quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Culturas distantes se encontram no Museu do Índio

Vinte representantes da etnia Kayapó, da Aldeia Môjkarakô (Sul do Pará), e 12 do povo Mãori, da Nova Zelândia, mostraram ao público, nesta segunda-feira (12/10),  um pouco da sua arte e cultura, em apresentações de cantos e danças de seus povos. Uma oportunidade de conhecer de perto diferentes manifestações culturais contemporâneas. Mais de 350 pessoas estiveram no Museu do Índio prestigiando o encontro inédito.
Por meio de  música, canto e danças de guerra
apresentadas  no jardim  da instituição, o grupo de Kapa Haka "Nga Kete Tuko Iho" contou histórias do povo Mãori  e mostrou que o seu legado continua vivo.  A visita dos representantes indígenas neozelandeses, ao Brasil, também incluiu a inauguração, no dia 8 de outubro, da mostra "Tuku Iho: Legado Vivo Mãori", no Espaço Tom Jobim no Jardim Botânico - Rio de Janeiro. A exposição fica aberta ao público até  25 de outubro.

Os Kayapó também mostraram sua cultura musical, por meio de canto e danças característicos da etnia, numa apresentação que se destacou, também, pelas cores vibrantes dos adornos e pinturas corporais do grupo.
Os 8.638 índios Kayapó (Funasa, 2010) vivem,
no Mato Grosso e Pará, em aldeias dispersas ao longo do curso superior dos Rios Iriri, Bacajá, Fresco e de outros afluentes do Rio Xingu, ocupando, no Brasil Central, um território quase tão grande quanto a Áustria. A cosmologia, vida ritual e organização social desse povo são extremamente ricas e complexas. São sete os subgrupos Kayapó atuais: Gorotire, Kuben-Krân-Krên, Kôkraimôrô, Kararaô, Mekrãgnoti, Metyktire e Xikrin. A família linguística é Jê.















                                      



O presidente da Funai, João Pedro da Costa (à direita)
prestigiou o evento no Rio. 

Veja mais fotos aqui.

Matéria relacionada:
Apresentações culturais dos Kayapó e dos Mãori no feriado




Comunicação Social/ MI
14/10/2015


sábado, 10 de outubro de 2015

Encerramento da Oficina interativa Ler e contar, contar e ler

Quem conta um conto aumenta um ponto na conta da imaginação! E foi assim, com muita história, criatividade e imaginação, o encerramento, na tarde deste sábado (10/10), da Oficina "Ler e contar, contar e ler - as práticas leitoras e as narrativas culturais indígenas". A iniciativa aconteceu no Museu do Índio, em Botafogo/RJ, durante dois sábados de outubro (dias 3 e 10). Nesses dias, os cinquenta participantes tiveram a oportunidade de ouvir e interagir com as histórias apresentadas pelo professor, escritor e contador, Francisco Gregório Filho, que há mais de 30 anos desenvolve cursos de formação de contadores de histórias no Rio de Janeiro e em outras cidades do País.
Na tarde de encerramento, o professor Gregório falou de experiências pessoais e mostrou algumas técnicas de contação, além de apresentar histórias de forma interativa, incentivando a participação dos presentes. Entre elas, o mito "Nascimento do amor", contado pelo povo Kaxinawá, do Acre. Durante o último dia da oficina, também foi exibido o vídeo “Assim me contaram...” , com depoimentos e narrativas de um grupo contadores de histórias que se reúne há mais de 25 anos.
Ao final, os alunos da oficina foram convidados a participar de uma atividade corporal lúdica, no jardim do Museu.
Todos os presentes receberam o livro Ler e Contar , Contar e Ler – Caderno de Histórias, de autoria de Gregório Filho, que reúne, em 127 páginas, dez histórias.






















Comunicação Social/ MI
10/10/2015

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Apresentações culturais dos Kayapó e dos Mãori no feriado


Representantes da etnia Kayapó do Pará e do povo Mãori  da Nova Zelândia vão estar  no próximo dia 12 (segunda-feira), ás 15h,  no Museu do Índio, em Botafogo. No  encontro inédito,  o público terá a oportunidade de conhecer a arte e a cultura dos dois grupos.  Haverá apresentações culturais.

Grátis










Comunicação Social/ MI
07/10/2015

Museu do Índio convida para lançamento de publicação sobre os Kayapó

Em lançamento, novo livro do Projeto de Documentação de Culturas Indígenas do Museu do Índio. A publicação aborda a arte e a estética do povo Mebengôkre-Kayapó, do sul do Pará.
Um importante documento sobre a vida social contemporânea dos índios no Brasil.
Co-autorado pelos antropólogos André Demarchi (texto) e Thiago Oliveira (fotografia).
Dia 13, às cinco da tarde, no Museu do Índio, em Botafogo.
Você é nosso convidado!
Comunicação Social/ MI
07/10/2015

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