terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Mais espaço para o Museu do Índio

O Museu do Índio vai instalar alguns de seus setores, no prédio que sediou a Companhia Brasileira de Transportes Urbanos- CBTU.  A construção fica localizada na Estrada Velha da Tijuca nº 77, no bairro da Usina, no Rio.

A partir de um contrato firmado no final do ano passado, a Superintendência de Patrimônio da União, o Museu do Índio passará a ocupar dois andares do imóvel onde funcionava a CBTU. Com isso, o MI espera solucionar o atual  problema de pouco espaço e expor mais o seu acervo - cerca de 18 mil objetos etnográficos - que não está completamente à mostra para o público.

O trabalho de ocupação do novo espaço de 1.800 metros quadrados já começou. Além de um setor de almoxarifado, está sendo instalado um depósito de materiais de exposições para reutilização - um compromisso da instituição com a sustentabilidade.

Ali, também vão funcionar laboratórios de conservação de objetos, bem como, salas de digitalização e conservação de acervos fotográfico e documental.

Além disso, o local vai abrigar publicações da instituição e kits contendo material educativo de empréstimo às escolas.

                              Equipe do Museu do Índio no novo espaço da Usina
                              dando início aos trabalhos de seleção de material de
                                    empréstimo para as escolas em 2015.






Comunicação Social/ MI
24/02/2015



quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Gramáticas Kawaiwete em destaque no Museu do Índio

O Programa de Documentação de Línguas Indígenas do Museu do Índio promove de 09 a 13 de fevereiro, oficina Kawaiwete (Kayabi) de gramáticas pedagógicas.  A iniciativa, coordenada pela linguista do Prodoclin, Suzi Lima, conta com a presença dos pesquisadores indígenas Pikuruk Kayabi e Montirenti Kayabi, moradores do Território Indígena do Xingu.  Eles participam da elaboração dos textos e das ilustrações das gramáticas. A meta da oficina é concluir as vinte primeiras unidade da publicação e dar início a quinze novos módulos.  






                                                                                                                                                                            Comunicação Social
12/02/2015

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Aldeia guarani é tema de curta produzido no MI por cineasta indígena

De 02 a 06 de fevereiro, o cineasta guarani Lucas Xunu realiza trabalho de edição no Museu do Índio. A finalidade é produzir um curta-metragem a partir de registros audiovisuais feitos por Lucas em 2014, na aldeia guarani Saninacio, na Argentina. As filmagens aconteceram durante oficina com o cineasta, dirigida aos moradores daquela comunidade indígena. Na ocasião, também participaram da iniciativa, índios de aldeias guarani do Paraguai e do Brasil.
Agora, o material está sendo utilizado na montagem do filme, que pretende mostrar a rotina da aldeia Saninacio.  O editor de imagem do Museu do Índio, Rodolpho Villanova,  acompanha a edição, realizada no âmbito do Projeto de Documentação de Culturas Indígenas do MI.

Lucas Xunu adiantou que planeja, após concluir o curta, organizar  um encontro com cineastas indígenas do Brasil, Paraguai e Argentina,  para apresentar o filme.  A ideia é promover o evento na aldeia Sapucay, em Angra dos Reis/RJ, onde mora o cineasta.

CS
04/02/2015 

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