sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Arquitetura Guarani no novo espaço do Museu do Índio.

A Casa Guarani construída no Museu do Índio, em Botafogo está pronta.  Durante 18 dias, sete índios trabalharam na construção, onde será instalada a loja do Projeto Índio e Arte. Feito com eucalipto tratado e piaçava, o novo espaço vai funcionar com o objetivo de comercializar arte indígena de diversas etnias. 
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Na manhã desta sexta-feira  (20/12/2013), foi realizado um evento de entrega da casa, com a apresentação de "Rembiapo", mais um filme com assinatura indígena, produzido por Lucas Xunu Guarani.
Após a exibição, os guarani  receberam certificado de participação no Projeto de Documentação  de Culturas Indígenas– Arquitetura Tradicional Guarani Mbya, desenvolvido no âmbito do Programa de Documentação de Línguas e Culturas Indígenas – PROGDOC.

Comunicação Social/ MI
20/12/2013

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Abertura da Oficina "Projeto de Documentação de Culturas Indígenas - Propósitos, Produtos e Procedimentos" no Museu do Índio

O encontro reúne , até quarta-feira (18/12), equipes de dez subprojetos ProDocult e ProDocson, para redefinir metodologias, objetivos e planos de trabalhos para 2014.  Participam  pesquisadores coordenadores e pesquisadores indígenas de pesquisas relacionadas às etnias Ashaninka, Baniwa, Krahô, Maxacali, Pataxó, Tiryó, Guarani Mbyá, Guarani Kaiowá e Enawene Nawe.
                                           


              
O Diretor do Museu do Índio, José Carlos Levinho, e a Coordenadora Técnico-Científica do Projeto de Documentação das Culturas Indígenas, Sonia Coqueiro, deram as boas vindas aos participantes.
O Diretor comemorou os resultados obtidos com os projetos de Norte a Sul do país e enfatizou a preocupação em atender o conjunto de normas e procedimentos exigidos na administração pública para a gestão dos recursos. A Coordenadora Sonia Coqueiro fez um breve resumo da história do PROGDOC, iniciado em 2008, e ressaltou a importância do objetivo final do Programa: a devolução para cada povo indígena dos registros dos aspectos tradicionais de suas culturas, garantindo essa herança cultural para as futuras gerações. 
Na parte da tarde, após visita da equipe às instalações do Museu do Índio e do PROGDOC,  a Coordenadora  de Patrimônio Cultural do MI,Dra. Ione Couto  falou sobre  as técnicas utilizadas na manutenção da  Base de Dados e do trabalho de Catologação realizado no MI.   Depois foi a vez da palestra do fotógrafo, Goerge Magaraia.  Por fim, o documentarista Celso Renato Maldos  falou sobre a  sua experiência na produção de vídeos,  pontuando com dicas práticas que permitem melhores  resultados na hora da filmagem.  
                                      


  




     

O ProDocult e o ProDocson são eixos do Programa de Documentação de Línguas e Culturas Indígenas – PROGDOC.Coordenado pelo Museu do Índio, o PROGDOC é uma iniciativa que estimula a participação direta dos índios na preservação do patrimônio cultural indígena. Essa ação já alcança 105 aldeias de Norte a Sul do Brasil por meio da documentação de aspectos específicos de 39 culturas e línguas, beneficiando uma população de 27 mil índios. (Fotos: Denise Louigiz Saltarelli)
Comunicação Social/ MI
16/12/2013

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Líderes espirituais Guarani se reúnem no Espírito Santo. Na pauta, reflexões e troca de conhecimentos entre gerações

De 15 a 20 de dezembro líderes espirituais guarani  vão estar reunidos  na Aldeia Três Palmeiras, localizada na Terra Indígena Tupinikim, em Aracruz, no norte do Espírito Santo.  Eles vão participar do Encontro dos Ywyra’idja (líderes espirituais). Além de integrantes da Aldeia Três Palmeiras, estão confirmadas  as presenças de representantes religiosos das Aldeias Guarani de Boa Esperança(ES), Piraquê-Açu(ES) e Olho da Água(ES).  Vão estar presentes, também, lideranças das diversas aldeias guarani localizadas nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro.

A iniciativa terá como objetivo  o repasse de conhecimentos e saberes da cultura Guarani dos mais velhos para os mais jovens. Assuntos político-culturais e espirituais serão  destaque na pauta dos debates, representando um importante momento de reflexão e troca de conhecimentos. 
Líderes Guarani  no Museu do Índio antes de seguir viagem para o ES
 
Durante os seis dias do encontro estão previstas atividades como apresentação de cantos, danças, mostras de vídeos e  rodas de histórias.  Serão realizados, também, debates sobre o calendário cultural  Guarani,  incluindo as formas de percepção do tempo, separação dos meses e organização das atividades de plantio.  A programação inclui,  ainda,  observação de estrelas, flores, vento, água e animais, à luz dos conhecimentos ancestrais.

O Encontro dos Ywyra’idja será a primeira atividade do projeto  desenvolvido pelo Museu do Índio, “Inventário das referências culturais nhemongueta e poraive xondaro dos Mbya nos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo”  A iniciativa concentra esforços na pesquisa das diversas formas de expressões orais da cultura Guarani presentes nos cantos, nas estórias infantis, bem como, nas narrativas históricas e mitológicas (“lendas”), entre outras.  (Foto: Denise Louigiz Saltarelli)


Comunicação Social/ MI
13/12/2013
     

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Filme sobre a vida de importante líder espiritual guarani em noite de lançamento no Museu do Índio


Fotos: Denise Louigiz Saltarelli
No dia 06 de dezembro de 2013, no Museu do Índio, em Botafogo, o público conferiu o lançamento do documentário Karai ha’egui kunhã karai ‘ete – Verdadeiros Líderes Espirituais”, produzido pelo professor indígena,  Alberto Alvares. O filme  conta a história de vida do Sr. Alcindo Moreira, um importante líder espiritual guarani, de 104 anos de idade e de sua esposa, D. Rosa Poty –Dja.  O casal vive na Aldeia Yynn Moroti Werá, Terra Indígena de Biguaçu, em Santa Catarina.   A exibição integrou a programação da Oficina de Língua Guarani Mbya, ministrada por Alberto Álvares, no âmbito das ações de Promoção da Cultura Guarani desenvolvidas pelo MI.

                                      

Após a sessão um  bate papo informal  marcou a noite, com a presença do Sr. Alcindo Moreira, do Prof. José Ribamar Bessa (UERJ/ UniRio) e do professor guarani Alberto Alvares.
E para quem perdeu a estréia do filme, o Museu do Índio promoveu, no sábado (07/12) à tarde, mais uma sessão seguida de roda de conversa. 

Comunicação Social/ MI
09/12/2013

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Sessão de Cinema: Dia 6/12, o Museu do Índio lança mais um filme de autoria indígena


"Karai ha'egui kunhã karai 'ete – Verdadeiros Líderes espirituais" conta a história de vida do Sr. Alcindo Moreira, um importante líder espiritual Guarani, de 104 anos de idade, e
de D. Rosa Poty-Dja, sua esposa, que vivem na Aldeia Yynn Moroti Werá , Terra Indígena de Biguaçu, em Santa Catarina.
Alberto Alvares, o diretor, conheceu o Sr. Alcindo em 2004. O contato foi retomado em 2008 a partir de atividades desenvolvidas no Observatório da Educação Escolar Indígena-OEEI(CAPES)/UFMG, quando Alberto se interessou em mostrar, a partir da narrativa do Sr. Alcindo, a oralidade, a sabedoria e a espiritualidade Guarani.   O lançamento de "Karai ha'egui kunhã karai 'ete – Verdadeiros Líderes espirituais", no dia 6 de dezembro de 2013, às 18h30min, integra a programação da Oficina de Língua Guarani Mbya, ministrada por Alberto, no âmbito das ações de Promoção da Cultura Guarani desenvolvidas pelo Museu do Índio.


 Comunicação Social
05/12/2013

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Casa Guarani no Museu do Índio


Foto: Paulo Múmia 
Os primeiros passos para a construção da Casa Guarani  no Museu do Índio já foram dados.  Os índios receberam, nesta terça-feira (03/12), o material para iniciar a obra. Feita com  eucalipto tratado e piaçava, a casa vai marcar a implantação do Projeto Índio e Arte. O novo espaço do Museu do Índio será criado com o objetivo de comercializar arte indígena de diversas etnias.    


Comunicação Social/ MI
04/12/2013

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Museu do Índio em ação junto aos Kalapalo

Começou nesta segunda-feira (02/12) no Museu do Índio, a segunda  Oficina de Edição Kalapalo.  A iniciativa faz parte  projeto "Inhu Tuilu Uguhutu”, uma ação voltada para pesquisa e documentação dos conhecimentos e práticas de produção de cintos e colares a partir da concha do caramujo inhu".   
Foto: Denise Louigiz Saltarelli

Participam  da oficina os pesquisadores indígenas  Tawna Kalapalo e Teiwe Kalapalo , da Aldeia Aiha, localizada no Parque Indígena do Xingu (MT). Também integram a equipe, o antropólogo  Antônio Roberto Guerreiro Júnior ligado ao Projeto de Documentação de Culturas Indígenas (PRODOCULT) do Museu do Índio  e o editor de Imagens do Museu do Índio, Rafael Ruzene.   

Até sexta-feira (06/12), o grupo vai  editar imagens captadas, na aldeia,  pelos índios em outubro de 2011. A partir do material, será elaborado um filme curta metragem sobre antigas aldeias Kalapalo.

Além da edição e produção do curta, estão previstos  para realização,  ao longo da semana, trabalhos de qualificação e organização do material Kalapalo abrigado no acervo  do Museu do Índio


Comunicação Social/ MI
03/12/2013

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Concluídos os trabalhos da oficina audiovisual Enawene Nawe no Museu do Índio

Terminaram nesta segunda-feira (02/12) as atividades da oficina audiovisual  Enawene Nawe, promovida pelo Museu do Índio.

A iniciativa, que teve início em 18 de novembro, reuniu os pesquisadores indígenas Laloe Enawene Nawe, Lola Enawene Nawe,  Kolareene Enawene Nawe e Anaopi Enawene Nawe, moradores da  Terra Indígena Enawene Nawe, localizada no estado de Mato Grosso.

Também integraram a equipe,  as  antropólogas Ana Paula Lima Rodgers e Juliana de Almeida, ligadas ao Projeto de Sonoridades (PRODOCSON)  do Programa de Documentação de Línguas e Culturas Índigenas ( PROGDOC) .   
O grupo realizou consultas aos acervos sonoro e fotográfico do Museu do Índio . Além disso, os especialistas pesquisaram os  arquivos de cultura material das etnias vizinhas Paresi, Nambiquara, Cinta-Larga e Rikbaktsa guardados na instituição.   

A oficina  teve como objetivo principal registrar comparativamente o patrimônio sonoro e visual dessas etnias,  a partir das observações  e análises  dos  Enawene Nawe participantes da oficina sobre as  diferenças e semelhanças dos arquivos do Museu do Índio.

Comunicação Social/ MI
 02/12/2013

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