quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Museu do Indio promove Oficina Audiovisual Rikbaktsa

O Programa de Documentação de Culturas Indígenas - PRODOCULT, do Museu do Índio está realizando mais uma oficina audiovisual. Desta vez a iniciativa é destinada aos Rikbaktsa (MT). As aulas começaram nesta terça-feira (16/08) e vão até 24/08. Durante o treinamento serão editadas as filmagens do cotidiano nas aldeias Rikbaktsa, feitas pelos índios, a partir outubro de 2010. À frente do treinamento está o documentarista Celso Renato Maldos. Participam da oficina os Rikbaktsa Leonardo Hirikmy, Geovane Kumy, João Tsaputai, Eriberto Nabita e Maristela Imye. A coordenação é da antropóloga do PRODOCULT, Adriana Athila. O material produzido vai ser apresentado em exposição no Museu do Índio.

Os Rikbaktsa
Com uma população de certa de 1320 pessoas, os Rikbaktsa vivem na bacia do rio Juruena, no noroeste do Mato Grosso, em duas Terras Indígenas contíguas - a TI Erikpatsa e a TI Japuíra. Mais ao norte, está situada, ainda, a TI do Escondido, localizada na margem esquerda do rio Juruena. A família lingüística da etnia pertence ao tronco Macro-Jê.



NUCOM/ MI
17/08/2011

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Exposição Karajá do Museu do Índio inaugura na UERJ

A exposição “Cerâmica Karajá – a voz visual das mulheres Iny” do Museu do Índio será inaugurada na Galeria Cândido Portinari da UERJ, nesta terça-feira(09/08) às 19h. A mostra vai reunir trabalhos de cerâmica figurativa de mulheres do povo Iny, também conhecido como Karajá.

Os trabalhos das mulheres da aldeia de Santa Isabel do Morro (Hawalò) são produzidos com argila que, ao ser queimada, gera a cerâmica. As bonecas, criadas exclusivamente por mulheres , constituem fonte de renda e de prestígio para as ceramistas Karajá. Algumas bonecas representam cenas do cotidiano como mulheres amamentando, ralando mandioca e cenas de parto.

Os Iny Mahãdu (Karajá)
Atualmente, o povo Iny conta com uma população de aproximadamente 3.200 pessoas distribuídas em 16 aldeias nos estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso.

Evento: Inauguração da exposição do Museu do Índio “Cerâmica Karajá – a voz visual das mulheres Iny.
Local: Galeria Cândido Portinari/ UERJ
Endereço: Rua São Francisco Xavier, 524 – Maracanã.
Data: 09/08/2011 às 19h.
Entrada franca.



Os Mbya Guarani (RJ) doam mudas de Palmeira Juçara ao Museu do Índio no Dia Internacional dos Povos Indígenas

No Dia Internacional dos Povos Indígenas (09/08) o Museu do Índio promove, às 12h, apresentação do Coral Mbya Guarani. O grupo é formado por crianças e jovens da Terra Indígena Bracuí, município de Angra dos Reis/ RJ. Além disso, haverá replantio de mudas de palmeira juçara, na calçada do MI, doadas pelos Mbya Guarani. As mudas são produto do Projeto de Sustentabilidade das Palmeiras Juçara e Guaricanga nas Comunidades Indígenas do RJ. A iniciativa, desenvolvida pelo Museu do Índio em parceria com a Fundação Banco do Brasil, UNESCO, SAMI e EMATER/ RJ, foi implantada em janeiro deste ano, tendo como meta o replantio de 36 mil mudas de Palmeira Juçara no Estado do Rio de Janeiro.

A Palmeira Juçara (Eutherpe edulis) é uma espécie nativa da Mata Atlântica utilizada pelos Guarani na alimentação e na produção de artesanato.





NUCOM/ MI
08/08/2011

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Artista plástico Wajãpi visita o Museu do Índio

Pituco Wajãpi integra o grupo Pintores com a Boca e os Pés, uma sociedade de artistas especiais que, por não possuírem movimentos nas mãos, aprenderam a pintar sustentando o pincel com a boca ou com os dedos dos pés.

Wajãpi é o nome utilizado para designar os índios falantes da língua Tupi-Guarani, que vivem na região delimitada pelos rios Oiapoque, Jari e Araguari, no Amapá. Atualmente, existem 905 índios vivendo em aldeias da etnia.


NUCOM/MI
03/08/2011

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